Pensando na vida.
Esperando que no final eu não veja que minhas preocupações foram restritas apenas em nascer e morrer.
*
Marisa Monte, cantando Panis et circenses, música de Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Com sua voz fantástica, com seu vestido azul, óculos escuros e botas, Marisa, você pode tudo! Seu visual me encanta, seja em 1995 ou hoje. Essa música também me faz lembrar das do Raul, sobre a opinião formada sobre tudo, ou de estar sentado no trono de um apartamento esperando a morte chegar enquanto se esforça pra ser um sujeito normal.
Ser tudo aquilo que a sociedade espera. Todo preconceito que existe se baseia no que a sociedade não espera de nós. Resumidamente, você tem que ser um cidadão de bem.
Vocês, assim como eu, já ouviram muito este termo por aí? É típico de pessoas do sexo masculino, héteros e brancas. Ah, e dentro da classe média também.
Status quo, sacam? Não são só essas pessoas que dizem isso, claro, mas a maioria é sim. E o que elas realmente querem dizer é: "Ei, tire as mãos do meu privilégio! Eu sou um cidadão de bem e mereço tudo isso!"
Dizem isso frente tudo aquilo que é diferente deles. Tudo aquilo que não são eles. Como se assim, eles pudessem "apagar" aquilo que não concordam, não aceitam. Agem como se não fosse problema deles também.
Mas como eu já disse em outro post, sou sempre eu, é sempre comigo.
Esperando que no final eu não veja que minhas preocupações foram restritas apenas em nascer e morrer.
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Marisa Monte, cantando Panis et circenses, música de Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Com sua voz fantástica, com seu vestido azul, óculos escuros e botas, Marisa, você pode tudo! Seu visual me encanta, seja em 1995 ou hoje. Essa música também me faz lembrar das do Raul, sobre a opinião formada sobre tudo, ou de estar sentado no trono de um apartamento esperando a morte chegar enquanto se esforça pra ser um sujeito normal.
Ser tudo aquilo que a sociedade espera. Todo preconceito que existe se baseia no que a sociedade não espera de nós. Resumidamente, você tem que ser um cidadão de bem.
Vocês, assim como eu, já ouviram muito este termo por aí? É típico de pessoas do sexo masculino, héteros e brancas. Ah, e dentro da classe média também.
Status quo, sacam? Não são só essas pessoas que dizem isso, claro, mas a maioria é sim. E o que elas realmente querem dizer é: "Ei, tire as mãos do meu privilégio! Eu sou um cidadão de bem e mereço tudo isso!"
Dizem isso frente tudo aquilo que é diferente deles. Tudo aquilo que não são eles. Como se assim, eles pudessem "apagar" aquilo que não concordam, não aceitam. Agem como se não fosse problema deles também.
Mas como eu já disse em outro post, sou sempre eu, é sempre comigo.
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